quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Associação Solidariedade e Esperança (ASES)

A Ação Social Claretiana e a Associação Solidariedade e Esperança (ASES) assistem gratuitamente e acompanham 1.400 crianças, adolescentes e jovens em suas obras e projetos sociais com a missão de acolher e educar para o exercício da vivência da cidadania. Os programas Educativos e de formação humana, desde 1985, recebem o apoio da Congregação dos Missionários Claretianos.

As duas instituições, que trabalham juntas, querem construir uma nova realidade. Sensibilizadas com o drama de milhares de famílias as duas entidades juntam esforços para garantir as condições básicas em favor da dignidade do ser humano.

Nessa nossa visita, fomos recebidas pelo querido Padre Cláudio, e conhecemos a ASES, que fica localizada em Santa Cecília, centro de São Paulo. No entanto a entidade ainda tem outros espaços em Itapecerica da Serra e Embú das Artes.


A ASES oferece os seguintes serviços:

Para as crianças (acolhidas em período integral):

  • Cinco refeições balanceadas por faixa etária;
  • Atividades Sócio-educativas, recreativas;
  • Creches;
  • Atendimento médico, psicológico e odontológico;

Para os adolescentes (acolhidos em período complementar à escola):

  • Duas refeições;
  • Reforço escolar;
  • Atividades de arte e educação (música, teatro e dança);
  • Atividades culturais (passeios e apresentações);
  • Oficinas de informática;
  • Atendimento médico, psicológico e odontológico.

Para os jovens (acolhidos em período complementar à escola):

  • Oficinas semi-profissionalizantes (desenho, bordado, costura, culinária, e atendimento ao público);
  • Duas refeições;
  • Vale-transporte;
  • Orientação psicológica e vocacional;
  • Atividades de arte e educação (música, teatro, dança e artesanato);
  • Atividades culturais e de lazer;
  • Oficinas de Informática.
 Quer ajudar? Entre em contato: ases@claretianos.com.br








quarta-feira, 23 de outubro de 2013

AHIMSA


"Descubra o Grande amor que você tem para dar. Mesmo que eles não enxerguem e não ouçam, eles sentem".

A frase acima estava escrita no folheto de divulgação da AHIMSA, instituição que realiza atendimento educacional para crianças, jovens e adultos com deficiência múltipla sensorial e surdocegueira. Essa frase traduz PERFEITAMENTE o que foi a visita que fizemos nessa semana!

Ao conhecermos as crianças da AHIMSA percebemos que para dar e receber amor não é preciso palavras. O amor pode ser visto no escuro. Pode ser entendido e sentido por todo ser humano que estiver disposto a dá-lo e recebê-lo. 

Nosso grupo com as crianças da AHIMSA

Vera e a Sra. Lúcia, grande amiga e voluntária da ONG

Conhecemos por lá, pessoas apaixonadas pelo trabalho que realizam. Em uma conversa com a diretora da ONG, Shirley Rodrigues Maia, ela nos contou que sempre sonhou em trabalhar nessa área (desde criança) e todos os caminhos da sua vida a levaram ao encontro dessa vontade.

A AHIMSA foi criada por um grupo de 26 profissionais que atuavam há mais de dez anos com pessoas surdocegas e deficientes múltiplos em outro município. Visando expandir e implementar esse trabalho no município de São Paulo, a instituição foi fundada em 04 de março de 1991, e tem como missão:

"Qualificar a vida de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial, possibilitando-lhes comunicação, independência e autonomia para as atividades de vida autônoma e um estilo próprio de aprendizagem, visando a inclusão social.

Um dos grandes projetos da ONG é a formação profissional de jovens com surdocegueira como auxiliares em padaria e confeitaria. O projeto, que é em parceria com a Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Senai, tem gerado excelentes resultados. No entanto, por exigências externas, terão que realizar o projeto em um novo espaço, adaptado para o curso. A mudança custará cerca de R$ 20.000,00 para a ONG, que infelizmente não dispõe desse valor.

Por isso, a AHIMSA precisa mais do que nunca da ajuda de pessoas que queiram contribuir financeiramente. Seria uma pena que um projeto tão lindo como esse acabasse!

Saímos da visita com um sentimento de gratidão à vida. Com certeza a AHIMSA nos fez pessoas melhores e renovou a nossa fé de que os bons são maioria!



Vera com aluna da Ahimsa



Recebendo carinho!


 
Professora com os alunos na Sala de aula




Entrada da ONG

João, o aprendiz de padeiro com Shirley (diretora da ONG)

Provando as deliciosas bolachinhas feitas pelo João

Quer saber mais? Acesse: http://www.ahimsa.org.br


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Visita com as Voluntárias do DAS (parte I) - ONG "Espaço Aberto"


Nessa semana tivemos a companhia de pessoas maravilhosas nas nossas visitas – as voluntárias do DAS.
As voluntárias são senhoras, associadas do Esporte Clube Pinheiros que trabalham na confecção de lindas peças de tricô e crochê. São mulheres talentosíssimas, que dedicam seu tempo livre para o próximo. De um grupo de mais ou menos 150 senhoras, cerca de 15 se interessaram em ir conosco a duas instituições para entregar produtos confeccionados por elas mesmas, como gorros, malhas, mantas e cachecóis.
Nessa primeira postagem falarei sobre a primeira entidade que visitamos nesse dia: a Espaço Aberto - ONG que fundei junto com grupo de sócios do Pinheiros e amigos da prefeitura.
A proposta da “Espaço Aberto” não é ser um abrigo, mas sim um instrumento de reinserção dos idosos para que eles possam voltar para suas famílias ou vivam de forma independente. Os funcionários da ONG ajudam essas pessoas a encontrar seus parentes, a tirarem documentos e a se reconectarem com o mundo.
Além do trabalho na casa de acolhida, a Espaço Aberto desenvolve várias outras atividades – algumas delas conveniadas com a municipalidade ou com o estado.
Nosso grupo chegou lá por volta das 14h, com muito carinho para oferecer, além de lindas e coloridas peças de tricô.
Nem preciso dizer que foi uma verdadeira Festa, não é?
Os moradores da entidade ficaram animadíssimos com as peças recebidas. Nós ficamos mais felizes ainda, por podermos “colorir” um pouquinho a vida dessas pessoas.
Cada morador que conhecemos deixou sua marca em nós. Cada sorriso ficará guardado na nossa memória. No entanto, um senhor em especial me chamou atenção: O nome dele é Sebastião Nicodemos – mas seu nome artístico é Clóvis.
O Sr. Clóvis encontrou na poesia uma fonte de alegria. Ele está o tempo todo escrevendo sobre a vida e o amor.
Uma história como essa nos faz acreditar no poder de redenção da arte, e que nunca é tarde para desenvolver um talento ou habilidade.


Caderno de Poesias do Sr. Clóvis

Sr. Clóvis






 

Ação Solidária Contra o Câncer Infantil



No dia 18 de julho tivemos o prazer de visitar a ONG “Ação Solidária Contra o Câncer Infantil”. Sem dúvida foi uma experiência que ficará marcada para sempre no nosso coração. Tivemos mais uma vez a alegre companhia das voluntárias do DAS, que levaram gorros de tricô e livros infantis para serem distribuídos para as crianças.
Visitar a Ação Solidária é ver o amor em ação... E nesse caso, o amor tem rosto, corpo e caminha incessantemente pelos corredores do Hospital Itaci e recebe abraços e beijos por onde passa. Lá, o amor é conhecido pelo nome de Darcy Carvalho, presidente da ASCCI.
Em 1h30 de visita, conhecemos pessoas incríveis, ouvimos histórias milagrosas. Aprendemos sobre Fé, sobre dedicação, sobre lutar pela vida. Vimos o amor e a dor. Tudo junto e misturado!
A linda história dessa instituição começou quando Darcy Carvalho, descobriu que seu filho de 6 anos tinha leucemia. O diagnóstico mostrava que ele teria apenas 6 meses de vida. Foi nesse momento de sofrimento que Darcy conheceu o que é a dor e o amor de uma mãe com um filho com câncer. Assim, ela e sua família, juntamente com outros pais e o Dr.Vicente, resolveram criar uma associação que pudesse dar uma estrutura às famílias de crianças com câncer. Muitas, além de toda a dor da doença, ainda enfrentavam problemas financeiros e não tinham condições de continuar um tratamento.
Em 1984 nasceu a Ação Solidária Contra o Câncer Infantil, que começou bem pequenininha, com 4 ou 5 pessoas. Hoje já são mais de 1.000 funcionários.
A entidade oferece gratuitamente equipamentos de alta tecnologia, medicamentos quimioterápicos (principalmente, os importados e de alto custo), cesta básica, alimentação especial, encaminhamento para alojamento, vestuário, transporte (inclusive aéreo), óbitos, transportes de exames laboratoriais e de materiais médico perecíveis, transportes de crianças em tratamento e outros.
Além disso, a ASCCI também realiza atividades recreativas diárias e eventos especiais com os pacientes – crianças de 0 a 19 anos, provenientes de todo o Brasil e de alguns países da América Latina como Paraguai, Argentina e Bolívia – e disponibiliza infraestrutura na Sede para os pacientes e seus acompanhantes.
No decorrer de seus 27 anos de existência a ASCCI teve grandes conquistas e parcerias, sendo que a principal delas foi a construção de um hospital especializado no tratamento de câncer infantil, o ITACI – São Paulo (Instituto do Tratamento do Câncer Infantil). A realização e alcance desta conquista foi possível com a ajuda da Prefeitura de São Paulo que cedeu um terreno na Av. Dr. Arnaldo e do recebimento de doações e da participação de voluntários.
Essas contribuições também ajudam a ASCCI a manter a Sede como “casa-dia” para usuário/família, ao disponibilizar recursos sócio-assistenciais e toda a estrutura da sede. Além disso, ajuda a realizar um trabalho de conscientização de que o câncer não é sinônimo de morte e, através de programas educativos, difunde a realidade da doença e, principalmente, o lema:O CÂNCER TEM CURA!
A ONG aceita todo tipo de doação, como: roupas (adulto e criança), alimentos, materiais para bazar (artesanato, bijouterias, objetos de decoração), sacolas plásticas ou de papel (todos os tamanhos), materiais de construção, medicamentos e contribuições financeiras através de boleto bancário ou depósito no Banco Bradesco – Ag. 0498-7 C/C: 60.600-6.
Termino essa publicação com um final feliz: - Lembram que eu falei do filho da Darcy, que teve leucemia aos 6 anos de idade? Pois bem. Hoje ele é um moço absolutamente saudável de 33 anos, e é voluntário ao lado de sua mãe. Até hoje os médicos não sabem explicar o motivo da cura, que foi considerada milagrosa!
 Vera com Beth (coordenadora das oficinas de artesanato), Bárbara (voluntárias do DAS) e Darcy Carvalho (presidente da ASCCI).




A linda paciente Lorraine Closs


segunda-feira, 1 de julho de 2013

FANC - Fraternidade Assistencial Nossa Casa


Falar sobre a FANC é falar sobre MARIA DO SOCORRO ALVES DE OLIVEIRA BASTOS – uma das pessoas mais incríveis e altruístas que já conheci.

A FANC foi idealizada há 18 anos atrás por ela, funcionando na garagem de sua própria casa. O projeto foi crescendo e a “Tia Socorro”, como é conhecida, abriu mão da casa para que a instituição tivesse uma sede, passando a viver de aluguel.

Hoje, depois de muito esforço e dedicação de toda a família de Socorro, a FANC atende diariamente 80 crianças e suas famílias, com toda assistência moral, física, psicológica, terapêutica e pedagógica, aulas de reforço, inglês, arte, educação física, dança, capoeira, informática, salão de cabeleireiro, manicure, massagem, dentista e uma brinquedoteca.

Além de tudo isso, a FANC oferece amor, respeito e dignidade, fazendo a diferença na vida de cada atendido. Não é a toa que o nome da instituição é “Nossa Casa” – lá nos sentimos realmente acolhidos, como se estivéssemos em casa.

Karina Bastos, diretora social da Instituição e filha de Socorro nos apresentou cada cantinho do local

Quando entramos na sala de aula dos pequenos fomos recebidas com muitos abraços e beijos! As crianças estavam desenhando com a professora e fizeram questão de mostrar seus desenhos.




A FANC funciona todos os dias e tem muitas necessidades. Você pode ajudar doando:

 
·        Materiais descartáveis (copos, pratos, garfos, guardanapos).

·        Materiais de limpeza (álcool, veja, sabão em pó, cândida, vassouras, rodos, pano de chão, detergente).

·        Material de higiene (papel higiênico, shampoo, condicionador, desodorante, sabonete, álcool gel).

·        Material de papelaria (sulfite, lapis, borracha, lapis de colorir, massinha, cartolina, tinta para impressora).

·        Alimentos (óleo, leite, suco, gelatina, frutas, verduras, laticinios, carnes)

·        Roupas usadas em condições de venda para o bazar da pechincha mensal.

Resumindo: Foi uma visita muito prazerosa. Conhecemos pessoas incríveis, experimentamos os deliciosos bolos feitos na instituição para gerar renda e nos emocionamos com o carinho que recebemos. Difícil foi conseguir ir embora! As crianças não nos deixavam sair! rs






 

FUNDAÇÃO JULITA


A primeira sensação que temos ao entrar na Fundação Julita é a que estamos em um parque ou um clube. Isso por que o local é espaçoso, bonito, arejado, e com uma invejável área verde - um verdadeiro Oasis na região.

Mais tarde descobrimos que não estávamos erradas em ter essa sensação. Aos domingos a Fundação fica aberta à comunidade, das 08h às 17h, funcionando como um local para lazer.

Fomos recebidas com muito carinho e entusiasmo pela coordenadora do Núcleo de Melhor Idade, Genilma White e pela Gerente Geral, Renata Eluf.

Renata nos contou sobre a história da instituição-uma iniciativa do fazendeiro e produtor de café Antonio Manoel Alves de Lima. A Fundação foi criada em 1951, em homenagem a sua esposa, chamada Julita. Naquela época, o objetivo principal era abrigar as famílias migrantes da zona rural do país no modelo de cooperativa, onde as famílias moravam, plantavam, colhiam e aprendiam a ler e escrever.
                          
 
Em 1993, o estatuto da Fundação Julita foi reescrito, a fim de considerar as novas demandas e necessidades da comunidade. Com o novo estatuto, o desejo inicial de abrigar as famílias foi ampliado para atender as crianças, os adolescentes, suas famílias e a comunidade de forma integral.

Hoje, a Fundação Julita atende diariamente cerca de 1.500 pessoas, com idades entre 1 mês a 60 anos ou mais, e tem como missão: Atender crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social por meio de ações socioeducativas que promovam o exercício da cidadania.

Após um delicioso almoço, na companhia das crianças da Fundação, fomos conhecer a Creche, que atende gratuitamente 336 crianças de 4 meses à 4 anos.

                            

                               

Apesar da quantidade de crianças, o ambiente era extremamente harmonioso. As crianças estavam quietinhas, brincando com as professoras!

Um bom diferencial é que nas salas da creche trabalham pedagogas, não pessoas que apenas “olham” as crianças.

                                      
 
                                  
A Fundação Julita ainda oferece o complemento escolar – 0 a 15 anos, em dois turnos. Atendem 350 crianças.

Podemos citar ainda, outros projetos, como:

· PROGRAMA PAINEIRA–Educação para o Trabalho

- Incentivo à leitura
- Projeto de Vida
- Informática
- Comunicação
- Confeitaria e Panificação
- Confecção e Moda
- Eletroeletrônica
- Hotelaria
- Jovem Aprendiz

Após o término da formação, os jovens são encaminhados para o mercado de trabalho, como aprendizes, para empresas parceiras, como Unilever, Banco do Brasil, Vermont e Honda.

 
PROGRAMA ARAUCÁRIA- Núcleo de Convivência do Idoso

Atende gratuitamente cerca de 180 idosos com mais de 60 anos, serve café da manhã e lanche da tarde, funciona de segunda a sexta-feira.

- Artesanato
- Alfabetização de adultos
- Alongamento e relaxamento
- Afromix
- Lian Gong
- Programas culturais
- Roda de leitura
- Alongamento e relaxamento
- Alfabetização de adultos
- Geração de Renda
- Baile mensal

Para garantir o desenvolvimento dos Programas da Fundação, foram criados 4 centros de atendimento, sendo que cada um deles tem equipes especializadas:

· Saúde
· Esportes
· Meio Ambiente
· Cultura

Apesar de toda essa estrutura, a Fundação luta bravamente para manter esses projetos, realizando festas, bazares e eventos.

No momento, a instituição está precisando muito de parceiros na área da saúde para manter os serviços prestados à comunidade, como: dentista, médico, psicólogo, entre outros.

A Fundação Julita ainda aceita doações em dinheiro, materiais esportivos e recebe voluntários (principalmente em áreas específicas, como professor de música, línguas, oficinas, etc).



Vera com Renata Eluf e Genilma


                                       Genilma, Isis Nascimento (diretora da creche) e Vera

No núcleo do idoso - produção de camisetas e outros ítens para geração de renda.